Design Thinking

Design Thinking

Quando são combinados empatia pelo contexto do problema, criatividade na geração de insights e soluções e racionalidade em analisar e adequar variadas soluções ao contexto do problema, o resultado é Design Thinking. (fonte: Wikipedia)

Insight

Um jeito diferente

Isso não é novidade, mas o que vemos acontecer é que esta abordagem não é mais exclusividade dos campos tradicionais design. Design Thinking está cada vez mais sendo reconhecido como uma ferramenta versátil para uso em diversos modos e em diversas organizações. Seja para para desenvolver novos modelos de negócio ou estratégias para a companhia, ou na abordagem de problemas societais amplos como os congestionamentos nas grandes cidades, sustentabilidade ou até a crise financeira..

Na Spark  nós sabemos que nossas maneiras de trabalhar sempre foram diferenciadas e que chamam a atenção de outras profissões como Consultorias de Gerência. Para muitas pessoas pode parecer curioso passar um dia com o usuário, construir modelos com papelão ou fazerr brainstorms com blocos de Lego, mas nós sabemos que em diversas organizações empatia e criatividade estão mal representadas. Nós acreditamos essa ausência enfraquece empresas e as  torna mais vulneráveis a mudanças no mundo externo.

"A metodologia conhecida por design thinking é um eficaz e replicável protocolo de solução de problemas, que qualquer negócio ou profissão pode empregar para alcançar resultados extraordinários"

Uma abordagem aberta da definição do problema bem como as possíveis soluções tornam uma organização mais adaptativa. Sendo mais criativos e livres em escolher os métodos e instrumentos corretos para uma determinada tarefa torna a solução mais efetiva. Muitas vezes, alguns blocos de Lego e um pedaço de papelão podem fazer muita diferença.

Conheça mais sobre design thinking na revista Harvard Business Review ou na Wikipedia.

Design thinking no planejamento urbano

Um bom exemplo de “Design Thinking” é o planejamento urbano do McCormick Tribune Campus, desenhado pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas.

Koolhaas conduziu um estudo para mapear as rotas que os estudantes tomavam pelo Campus, às quais ele se referiu por “linhas desejadas”. Em vez de força-los a utilizar caminhos pré-estabelecidos e pavimentados, ele permitiu aos estudantes cruzar livremente o espaço entre os edifícios da universidade. Após algum tempo as “linhas desejadas” se tornaram visíveis, revelando os principais e mais eficientes fluxos e rotas. Estas eventuais a intersecções são hoje usadas para criar as redes de ruas internas, praças e ilhas urbanas.